Escrita por Freddie Mercury, foi lançada em 31 de outubro de 1975 como primeiro single de A Night at the Opera. Tem quase seis minutos, nenhum refrão repetido e seções muito diferentes: balada ao piano, trecho operístico, hard rock e um desfecho calmo.
Só a parte operística exigiu cerca de 180 sobreposições de vozes e três semanas de gravação.
Mercury sempre se recusou a explicar o significado, dizendo apenas que tratava de relacionamentos. Críticos a leram como uma confissão, como a história de um crime e da culpa, ou como uma canção de temas existenciais e niilistas. Brian May comentou que Mercury escondeu nela suas inseguranças.
Leituras do Cosmos da Filosofia — aproximações com os filósofos, não a intenção declarada dos artistas.