A sigla FOMO (“fear of missing out”, medo de ficar de fora) apareceu por escrito pela primeira vez em 2004, num artigo de opinião do então estudante Patrick J. McGinnis na revista estudantil The Harbus, da Harvard Business School. No texto, intitulado “Social Theory at HBS: McGinnis' Two FOs”, ele descrevia também um segundo medo, o FOBO (“fear of a better option”, medo de haver uma opção melhor).
Antes disso, a expressão “fear of missing out”, sem virar sigla, já havia sido usada pelo estrategista de marketing Dan Herman em apresentações no fim dos anos 1990 e num artigo acadêmico de 2000 sobre “marcas de curto prazo”, em que ele descrevia o medo do consumidor de não experimentar tudo o que poderia.
Em 2013, um estudo dos pesquisadores Andrew Przybylski, Kou Murayama, Cody DeHaan e Valerie Gladwell, publicado na revista Computers in Human Behavior, examinou de forma sistemática os correlatos motivacionais, emocionais e comportamentais do FOMO, ajudando a consolidar o termo como objeto de pesquisa em psicologia, associado ao uso de redes sociais.
Leituras do Cosmos da Filosofia — aproximações com os filósofos, não a intenção declarada dos criadores.