Nasceu da canção francesa “Comme d'habitude” (1967), de Jacques Revaux, Gilles Thibaut e Claude François, sobre a rotina de um relacionamento que acaba.
Paul Anka escreveu a versão em inglês com outro sentido: um homem perto do fim da vida que afirma ter vivido segundo as próprias escolhas. Frank Sinatra a gravou em dezembro de 1968, e ela saiu no álbum My Way, em 1969.
Curiosamente, a filha de Sinatra, Tina, contou que ele não gostava da canção e a achava autoindulgente. No Reino Unido, ela foi por anos a música mais tocada em funerais.
Leituras do Cosmos da Filosofia — aproximações com os filósofos, não a intenção declarada dos artistas.