Filosofia na cultura
Romances e novelas que pensam a culpa, o absurdo, a loucura e a morte.
12 resultados
Albert Camus · 1942
Um homem indiferente às convenções narra, sem enfeites, os dias antes e depois de um crime sob o sol da Argélia.
Fiódor Dostoiévski · 1866
Um ex-estudante pobre de São Petersburgo decide pôr à prova uma teoria perigosa sobre quem teria o direito de transgredir.
Fiódor Dostoiévski · 1880
Um pai devasso, três irmãos muito diferentes e um crime que põe em jogo Deus, a liberdade e a culpa.
Franz Kafka · 1915
Um caixeiro-viajante acorda transformado num inseto monstruoso, e a vida da família inteira muda de figura.
George Orwell · 1949
Num superestado vigiado pelo Grande Irmão, um funcionário encarregado de reescrever o passado começa a duvidar do Partido.
Machado de Assis · 1881
Um defunto resolve contar a própria vida depois de morto — com ironia e sem mais nada a perder.
Machado de Assis · 1882
Em Itaguaí, um médico obstinado funda um hospício para estudar a loucura e começa a encontrá-la em toda parte.
João Guimarães Rosa · 1956
Um velho ex-jagunço conta a vida no sertão e tenta entender se fez, ou não, um pacto com o diabo.
Hermann Hesse · 1922
Na Índia do tempo do Buda, um jovem brâmane deixa tudo para buscar a sabedoria por um caminho que seja só seu.
José Saramago · 1995
Uma cegueira branca e inexplicável se espalha por uma cidade, e só uma mulher continua a enxergar.
Liev Tolstói · 1886
Um juiz bem-sucedido adoece e, diante do fim, passa a se perguntar se viveu como deveria.
Antoine de Saint-Exupéry · 1943
Um aviador perdido no Saara conhece um menino vindo de um asteroide, que o faz rever o que realmente importa.